O Bouquet da noiva

No passado fim de semana aventurei-me na "arte do salto alto" durante um dia inteiro. Pois é, foi o casamento da minha querida amiga Bea e só assim se explica este enorme esforço. Correu tudo bem, não caí e aguentei-me firme até ao fim sem tirar os malvados (por entre veementes reclamações face aos ditos cujos e brutais dores de pernas). Mas valeu a pena, a noiva estava linda e a sua felicidade era tal que não me atrevi a recursar-me a participar na passagem do bouquet... e trouxe-o para casa. E como significados cada um atribui os que quer, os meus olhos brilharam, não por me sentir finalmente salva da maldição que me fez permanecer até à data solteira, mas porque as flores que acompanharam a minha querida amiga Bea até junto do seu mais que tudo no altar vieram para casa comigo, assim como um sem fim de recordações...

2 comentários:

psicoticalvin disse...

ai, ai vais ser a proxima a casar...
aviso já q salto alto nao uso.
faz um casamento tematico, tipo praia e podemos ir descalças...

miquinhas disse...

Olha, eu não estaria tão confiante de que "a superstição" não se concretiza.
Melhor mesmo é começares já a praticar o salto alto, porque avançar até ao altar com aquilo mais os metros e quilos de roupa do raio do vestido é obra.
Mas porque é que não te desviaste? Isso que fosse bater noutra solteira qualquer (lol)